Esta frase deveria ser cumprida – com rigor - especialmente no futebol. Infelizmente, não é assim. Há dirigente que dirige com a torcida, a imprensa, o colega de diretoria, o empresário, o treinador, o coração, o dinheiro ou ainda a razão e o conhecimento. São evidentes que estes dois últimos requisitos são os mais importantes. Não adianta ter dinheiro e não ser do ramo. Pior é não ser do ramo e se considerar o cara. Nada é mais constrangedor do que ser dirigente e não dirigir. Isto permite intromissão de toda ordem.
O clube vira a “Casa D'Irene”. O Santos estava assim. Todo o treinador que assumia era a autoridade máxima. O dirigente não existia. Por lá estiveram - no ano passado - Wágner Macini e Wanderley Luxemburgo. Mancini demitiu o gerente e enterrou o time. Wanderley foi cabo eleitoral do Teixeira - ex-presidente - e perdeu o campeonato e a eleição. O novo presidente Luis Álvaro Ribeiro assumiu e o Santos tem quem mande e se organiza como time de futebol. A obrigação de Dorival Júnior é treinar. Futebol é para ser assim, dirigente dirige.
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