
| 26 de fevereiro de 2010 |
Viajar com a delegação
O Internacional viajará para Quito para enfrentar o Deportivo Quito em avião fretado. Neste vôo o torcedor colorado poderá acompanhar a delegação. É uma ótima iniciativa da direção. É uma forma encontrada de diminuir os gastos e colocar o torcedor em contato direto com os seus ídolos. Os chatos é que precisarão se policiar. O jogo será dia 11 de março, está próximo. Para o jogo do dia 18 contra o Cerro, em Rivera, não haverá esta possibilidade.
| 23 de fevereiro de 2010 |
De cafezinho a Copa do Mundo
Há anos o ex-presidente Fábio Koff, do Grêmio, qualificou o campeonato Gaúcho como “cafezinho”. Foi a banalização do gauchão. Com o passar do tempo, a previsão de Koff se confirmou e todos os regionais perderam o prestígio. Ontem tomei conhecimento de duas declarações do presidente Duda Kroeff, também do Grêmio, que desautorizam Koff. Para Duda, a decisão de um turno do Gauchão é “como uma final de Copa do Mundo” e a outra é de que Duda “secou o Internacional contra o Novo Hamburgo e depois foi feliz ao cinema.” Se o Grêmio não ganhar o “cafezinho” ou a “Copa do Mundo”, a casa pode cair.
| 22 de fevereiro de 2010 |
Rédea muito curta
A direção do Internacional encurta todos os espaços de Fossati. Pelo treinador, Giuliano seria reserva amanhã, os treinamentos seriam todos abertos e ontem seria liberada a relação dos jogadores inscritos na Libertadores. A direção não permitiu. Os planos do treinador foram alterados e todas as questões definidas administrativamente. Imagino que se a direção colorada ou qualquer outra tivesse a mesma postura - com um treinador gaúcho - o assunto teria outra dimensão. | 19 de fevereiro de 2010 |
O comentário é do Gérson
Mais uma vez com clareza e competencia expressaste o meu pensamento (e de muitos gremistas) sobre o time
do Gremio, principalmente o que vi no jogo de ontem.
1) O Gremio não tem um padrão de jogo é como se nao houvesse alguem para orientá-lo. O recado é o seguinte: "entrem lá e
joguem bola". Não quero ser precipitado e portanto injusto com o Silas, porem os primeiros sinais me
mostram este cenário.
2) Ontem o Rochemback jogou um pouco melhor, porém abaixo do esperado. Ferdinando não tem qualidade pra ser titular.
3) Colocar o Leandro e tirar o Mailson desde o inicio foi um erro estratégico primário. TIpo da coisa que
se tem uma direção de futebol do ramo e corajosa (pra nao usar outro termo mais gaudério) chega junto
no técnico e "sugere" : - deixa o guri iniciar, no segundo tempo entao tu bota o Leandro que nao tem condição de aguentar os 90 min." Na zaga gostei do Mauricio e o R.Marques tava mais perdido que cego em tiroteio.
DF, tu que ja entrevistaste treinadores como Enio Andrade, Minelli, Telê, Felipão, Mano, etc.. que sabiam
dar uma entrevista falando da parte tática da partida, do que fizeram durante a partida e no intervalo,
para tentar mudar o rumo do jogo, substituicoes, etc.. e hoje escuta a entrevista do Silas ! Benza a Deus !.
Escalações possiveis dentro do que temos e do que ja vi :
442 : Vitor, Edilson(M.Fernandes), M.Fernandez, Rodrigo (Mauricio) F. Santos,
Fernando,W.Magrao, Mailson, Douglas, Borges e Jonas
352 : Vitor, M.Fernandez, Rodrigo,Maurici,
Edilson(Leandro),W.Magrao, Mailson, Douglas,F. Santos (Hugo),
Borges e Jonas
Gerson Luis Becker
| 18 de fevereiro de 2010 |
Treino fechado
Tenho curiosidade em saber o que os treinadores orientam durante os treinamentos fechados. É difícil imaginar a atividade realizada. Esta curiosidade deve ser geral. O que não é realizado, eu deduzo pelo que acontece nos jogos. Em 90 minutos, é possível verificar que os ataques finalizam mal, as defesas falham, os articuladores erram passes e os volantes jogam somente para os lados. Os treinadores não experimentam soluções diferentes para os problemas das equipes. As alterações são sempre as mesmas e na mesma faixa de tempo. Treinamento fechado é um ótimo escudo. | 17 de fevereiro de 2010 |
Comentário do Sérgio Oliveira
Alguns cálculos em relaçãoA pesquisa Vox Populi de 14 a 17/01/2010
Deixando de lado as restrições que foram feitas em relação as duas últimas pesquisas, que, convenhamos, deixam margem a dúvidas quanto a lisura das mesmas ( na pesquisa Vox Populi, de 14 a 17.01.2010, dos 122 municípios que compõem a amostra, apenas 27 têm prefeituras oposicionistas, do PSDB, DEM ou PPS; em 45 municípios, além das prefeituras serem governistas, não houve um só candidato da oposição; as cidades escolhidas pela Vox Populi que têm prefeitos oposicionistas tiveram férrea disputa eleitoral ou são pequenas e inexpressivas cidades; já na pesquisa CNT/Sensus, de 25 a 29.01.2010 - 136 municípios - tivemos, por exemplo: Rio Grande do Sul: 4 prefeituras do PT,3 do PP, 3 do PMDB; em São Paulo: 5 do PT, 4 do PSDB, 3 do PDT, 2 do PV, 2 do DEM, 1 do PTB, 1 do PR, 1 do PP e 4 do PMDB; no Rio de Janeiro: 4 do PMDB, 2 do PDT, 1 do PT e 2 do DEM; em Pernambuco: 3 do PSB, 1 do PDT, 1 do PT, 1 do PCdoB, 1 do PR; na pesquisa CNT/Sensus quantos municípios são da base de Lula e quantos da oposição ? segundo consta foi "sorteio" ) - mesmo assim com Serra na frente - e nos atendo aos números da Pesquisa Vox Populi e levando em conta algo que, creio, ninguém comentou - os percentuais por região -em que o Serra só perde no nordeste, façamos alguns cálculos.
1. Segundo Vox Populi os índices por região, em relação ao 1º turno, foram:
Centro-Oeste: Serra (36%) e Dilma (25%)
Nordeste: Serra (27%) e Dilma (38%)
Norte: Serra (31%) e Dilma (26%)
Sudeste: Serra (36%) e Dilma (22%)
Sul: Serra (39%) e Dilma (24%)
Só para constar. Meus cálculos serão feitos com os percentuais do segundo turno. 2. O eleitorado por região, em dezembro de 2009, segundo o TSE, era o seguinte:
Centro-Oeste : 9.349.307
Nordeste : 35.679.053
Norte : 9.602.732
Sudeste : 57.520.315
Sul : 19.748.776
3. Com dados da eleição de 2008, primeiro turno, no que se refere aos prefeitos, deduzindo dos totais de eleitores aptos do item 2, primeiro abstenções ( só para um exercício, nos mesmos percentuais daquela eleição ) e depois brancos e nulos ( na mesma proporção daquela eleição ), teríamos o seguinte:
Centro-Oeste : 9.349.307 - abstenção ( 14,86% ) = comparecimento de 7.990.430
- brancos e nulos (8,04%) = 7.347.999 de votos válidos;
Nordeste : 35.679.053 - abstenção (14,68%) = comparecimento de 30.444.935
- brancos e nulos (10,13%) = 27.360.863 de votos válidos;
Norte : 9.602.732 - abstenção (16,17%) = comparecimento de 8.049.970
- brancos e nulos (8,70%) = 7.349.622 de votos válidos;
Sudeste : 57.520.315 - abstenção (14,76%) = comparecimento de 49.030.316
- brancos e nulos (10,29%) = 43.985.096 de votos válidos;
Sul : 19.748.776 - abstenção (12,68%) = comparecimento de 17.244.631
- brancos e nulos (7,40%) = 15.968.528 de votos válidos.
4. Os percentuais do segundo turno na pesquisa foram:
Centro-Oeste: Serra (46%) e Dilma (36%)
Nordeste: Serra (37%) e Dilma (45%)
Norte: Serra (40%) e Dilma (34%)
Sudeste: Serra (50%) e Dilma (30%)
Sul: Serra (48%) e Dilma (28%)
Somando-se os percentuais dos dois candidatos ( item 4, que não somam 100%, pois haveriam os brancos e nulos e abstenções ) e fazendo a regra de três, para que possamos equipará-los aos 100% de votos válidos do item 3 (os votos válidos seriam os dados para Serra e Dilma, pois já diminuímos os votos brancos e nulos ) e calculando, teríamos:
Centro-Oeste : Serra (56,1%) e Dilma (43,9%) e em relação aos votos válidos (7.347.999) resulta em:
Serra 4.122.227 e Dilma 3.225.771;
Nordeste: Serra (45,%) e Dilma (54,9%) e em relação aos vogtos válidos (27.360.863) resulta em:
Serra 12.339.749 E Dilma 15.021.113;
Norte: Serra (54,1%) e Dilma (45,9%) e em relação aos votos válidos (7.349.622) resulta em:
Serra 3.976.145t e Dilma 3.373.476;
Sudeste: Serra (62,5%) e Dilma (37,5%) e em relação aos votos válidos (43.985.096) resulta em:
Serra 27.490.685 e Dilma 16.494.411;
Sul : Serra (63,2%) e Dilma (36,8%) e em relação aos votos válidos (15.968.528) resulta em:
Serra 10.092.109 e Dilma 5.876.418.
Totais: Serra (58.020.915) e Dilma (43.991.189). Diferença pró-Serra: 14.029.726
Levando em conta o percentual geral do segundo turno, onde Serra tem 46% e Dilma 35%:
- somando-se os dois percentuais e estabelecendo a regra de três temos: Serra ( 56,79 % ) e Dilma ( 43,21 % ). Estes percentuais sobre os votos válidos de minha simulação
( 102.012.108 ) resulta nos seguintes totais:
Serra : 57.932.676 e Dilma 44.079.431. Diferença pró-Serra: 13.532.245, um pouco menor que o anterior.
Dados adicionais: Eleitorado apto em 2008 : 128.806.592; comparecimento 110.085.172; votos válidos 99.549.697; Brancos e nulos 10.535.475.
Pelo eleitorado de 2009, com os mesmos percentuais de abstenções e votos brancos e nulos de 2008, na minha simulação: eleitorado apto: 131.900.183; comparecimento: 112.760.282; votos válidos 102.012.108; brancos e nulos 10.748.174.
Claro que meus cálculos se baseiam em dados do momento da pesquisa, mas...
Sérgio Oliveira
Bancário Aposentado - Charqueadas - RS | 15 de fevereiro de 2010 |
Cléo Kuhn e a credibilidade
Na sexta-feira, acho que foi o Daniel Scola - que é ótimo - em um dos programas da rádio Gaúcha perguntou para o Cléo Kuhn: - Alguma possibilidade dos termômetros amanhã passarem dos 35º? -. Resposta do garoto do tempo: - Nããããão, nããããão e nããããoô! – Foi exatamente assim. Não posso reproduzir a entonação da voz, ou se ele bateu o pezinho. Resultado. A temperatura - às 4 horas da tarde - era superior aos 35º. Cléo Kuhn já brincou com tempo e se deu mal. A credibilidade diminui.
| 12 de fevereiro de 2010 |
Ataques
O Grêmio conseguiu firmar uma boa dupla de ataque. Jonas e Borges fazem muitos gols e concatenam jogadas de ótima qualidade técnica. É fácil de compreender o sucesso dos dois. Não é necessário ter sido um grande atacante ou ser um catedrático para perceber que os dois são escalados em todos os jogos. É a famosa repetição. Kléber Pereira chega ao Internacional e reivindica um colega atacante para formar a parceria. O 361 do Lorde já começou a perder espaço.
| 10 de fevereiro de 2010 |
Lorde Fossati está perturbado
O homem que parecia experiente e equilibrado, rapidamente, virou duas vezes os pés pelas mãos. A semana passada foi com o ótimo repórter Felipe Gamba. O uruguaio não resistiu às perguntas e abandonou a coletiva. Ontem, o Lorde desconfiou de um cidadão que estava à beira do gramado filmando, fotografando os seus ídolos. Parou o treinamento e determinou que a segurança averiguasse o espião. Foi um grande “mico”. O cidadão é sócio do Internacional, residente em São Luiz Gonzaga e realizava um sonho. O nome do sócio colorado é Jéferson Medina Figueira, 41 anos e tem como profissão a engenharia elétrica. “Que passa Lorde!”
| 08 de fevereiro de 2010 |
Rochemback não é mais o mesmo
O Grêmio trouxe Fábio Rochembak na esperança de ter repatriado o atleta que jogou no Internacional. Foi um engano. Rochemback repete Daniel Carvalho. Gordo e fora de forma joga a bola somente para trás ou para o lado. Ontem durante o jogo deu somente dois passes para frente, um em cada tempo. Foi lamentável. O salário do Rochemback é 10% do valor total da folha de pagamento do Grêmio. O Silas acredita neste jogador como seu representante dentro de campo pela sua capacidade intelectual e de líder. O treinador deveria inscrevê-lo para disputar uma vaga na Academia Brasileira de Letras. O Grêmio tem para esta posição o Adilson, Ferdinando, William Magrão, Fernando e outros emprestados. Todos melhores do que Fábio Rochemback. | 03 de fevereiro de 2010 | Alecsandro matador
O atacante do Internacional comemorou o gol do GreNal como um cawboy matador. Os moralistas de plantão entenderam que esta atitude não pode ser repetida. O gesto de matador induz à violência. Humildemente, Alecsandro diz que não repetirá a comemoração. Um momentinho: - a televisão apresenta sexo explícito, programas “jornalísticos” que mostram somente bandidos e policiais se digladiando, apresentadores machões e as novelas com suas tramas diabólicas; o presidente fala merda e babaca para menores e maiores de idade ouvir; nas universidades os chamados “veteranos” quase matam os calouros com seus trotes estúpidos -. O Alecsandro foi escolhido.
| 02 de fevereiro de 2010 |
Inter não contrata
O diretor Fernando Carvalho declarou que o Internacional não contratará mais ninguém. Para ele o grupo está fechado. É evidente que Carvalho com esta declaração afasta todo o tipo de especulação. Também é verdade que em dirigente de futebol não é aconselhável que se acredite nestas questões de contratações ou dispensas. O último exemplo é do próprio Carvalho. Ele informou que não havia negociação com Kleber Pereira e - um dia depois - o atleta se apresentou no Beira Rio.
| 01 de fevereiro de 2010 |
Entrevista do Mano Meneses
Mano Meneses ao final da vitória sobre o Palmeiras concedeu uma bela entrevista. O Corinthians venceu por um a zero e teve o Roberto Carlos expulso nos primeiros oito minutos. Mano contou que o novo posicionamento da equipe foi definido dentro do campo de jogo. O responsável pela providência foi o capitão William. Com o transcurso do primeiro tempo, ele orientou um pequeno ajuste de movimentação no meio de campo. Mano revelou que ouviu os atletas do banco de reservas, especialmente o Edu, para recompor o sistema de jogo do time. Isto se chama amadurecimento e segurança profissional.
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