
| 01 de julho de 2010 |
Janela colorada
Não sei se estamos diante de algo provinciano. Não sei! Poucos, uma minoria mesmo tem opinado, emitido opinião ou contra ou a favor a essa antecipação de janela, não sei qual a razão. Chego a pensar em vergonha, pois aqui sempre tivemos a postura e vendemos a imagem de estarmos num estado prejudicado, quase vítima do coitadismo e sobreposto pelo Imperialismo carioca e paulista. Também pode ser provincianismo, afinal estamos no Sul e por que nos voltaríamos contra algum benefício em nosso
favor? Ou Omissão, do tipo já que não é contra deixa assim, fosse contrário aos interesses colorados ou gremistas, já teria até editorial!! Certo é que poucos, muito poucos opinam e menos ainda se voltam
contra essa vergonha, virada de mesa articulada pelo Inter e pelo TORCEDOR-PRESIDENTE da Federação Sr. Novelleto que age nos interesses de seu clube do coração, esse papo de defendendo os interesses do filiado não cola, nunca fez isso pelo Grêmio! Ou fez? Nem parecido com isso!! Age como colorado e que seja homem para assumir isso!! O São Paulo vai berrar e tomara que o faça sem se esquecer de jogar, jogando e levando esse extra campo para dentro dele pode ser um componente favorável a ele e no caso de vitória, uma vitória que será contra TUDO E TODOS!! Ouço até hoje o
canetaço da segunda divisão de 1991 e pergunto deixarei de ouvir após a abertura da janela antecipada? Quanto à crítica, BOM pior é saber que ainda tem gente enaltecendo uma VIRADA DE MESA NOS DIAS DE HOJE, PREOCUPANTE, pois são os mesmos que se fosse com Flamengo, SP, Corinthians estariam
esbravejando por microfones e usando o CAPS LOCK E O NEGRITO de seus computadores em suas colunas, provincianismo? Até agora me parece que sim,
mas...
Sobre o Inter, presentaço!! Novelleto Presidente em 2013, Carvalho que não esqueça de agradecer a todos se ganhar, alô assessoria de imprensa do Inter sugiro lista de agradecimentos solene!! Ao São Paulo resta tronar o presente colorado em presente de grego!!! Triste justo aqui no Sul que sempre se disse que futebol se ganhava dentro do campo!!!
Mauro Medeiros
| 30 de junho de 2010 | Símon torce para ele
O trio Carlos Simon, Altemir Hausemann e Roberto Braatz permanecem na África do Sul. Eles realizaram dois ótimos jogos e estão prestigiados. Foi perguntado ao Símon se ele torceria contra o Brasil para ter chances de apitar a final. Claro que ele respondeu que não. Esta é a pergunta dispensável. O Simon ou qualquer outro árbitro daria esta resposta. É humanamente impossível que alguém torça contra si. Os árbitros que normalmente são execrados por dirigentes, jogadores, torcedores e imprensa têm todo o direito de não abrir mão do seu título de campeão do Mundo. | 29 de junho de 2010 |
Roth convenceu os catedráticos
Estou impressionadíssimo com o conformismo dos “catedráticos” como dizia Osvaldo Rolla. O técnico Celso Roth treina e anuncia o sistema 451 e todos aceitam passivamente. Seria o efeito Copa do Mundo, ou o Celso convenceu os rapazes. Quando Celso Roth definia o 352 como seu sistema preferido, ele era – veementemente – criticado. Fazendo a simples leitura dos números, o 352 é mais ofensivo que o 451. O que está acontecendo? O Celso deve estar rindo.
| 28 de junho de 2010 |
Prendam o Silas
O técnico do Grêmio definiu que Mário Fernandes não é titular. Na zaga, Silas optou por Ozeia e na lateral direita por Edilson. Imediatamente, encontrei a razão para Mário Fernandes ser reserva destes dois talentos, ele não jogou no Avaí. Em outra declaração o treinador revelou que Edilson ainda jogará na seleção Brasileira. A direção de futebol não pode assistir a este absurdo passivamente. Prendam o Silas. | 25 de junho de 2010 |
Depoimentos do Lúcio
O zagueiro Lúcio entende que o ambiente na seleção Brasileira é maravilhoso. Na condição de capitão, é um posicionamento interessante. Com alguma experiência prefiro esperar. Eu lembro que em 2006, durante o Mundial, Lúcio dizia a mesma coisa. Posteriormente, o zagueirão abriu a boca contra alguns colegas. Em entrevista, ele não citou nomes, mas revelou que muitos não gostavam de trabalhar e eram festeiros. Diante “do acima exposto”, aguardo pelo final.
| 23 de junho de 2010 |
Sonhar não custa nada
O Grêmio F.B.P.A. contratou André Lima junto ao Fluminense (Rio de Janeiro),com passagens pelo São Paulo F.C. (São Paulo) e Botafogo (Rio de Janeiro), ou seja, mais um ex - sãopaulino, menos mal, que não tenha vindo do "celeiro" Avaí- Florianópolis-S.C.
Esse novo contratado, (vale o saudosismo) , tem nome e sobrenome de bom jogador e goleador.
Oxalá consiga atuar bem com a camisa tricolor e fazer o que é muito importante, muitos gols, objetivando vitórias e conquistas de títulos.
Na década de 70, se não me falha a memória, mais precisamente em 1977,1978 e 1979,um certo Carlos ANDRÉ LIMA,também passou pelo Grêmio,vindo originariamente do Vitória da Bahia e por último do Guarani de Campinas-S.P. Não sei se exatamente nessa ordem. Marcou época por suas atuações e muitos gols, que o digam os torcedores do valoroso coirmão. Que habilidade, inteligência, técnica apurada, competência, malícia,e sentido de gol, tão raros nos dias atuais, mas indispensáveis a um verdadeiro artilheiro.
Se nome e sobrenome (André Lima), o segundo, significarem sinônimo de gols e vitórias poderemos acrescentar a êles, por analogia ou osmose o apelido de "Catimba" do primeiro, e , ficaremos bem servidos e satisfeitos com a contratação do homônimo.
"Sonhar não custa nada"!!! Já ouvi essa frase ou desejo em algum lugar do passado, e, não muito distante.
Um abraço
Renato.
| 22 de junho de 2010 |
Goleiros do Internacional
Li com muita atenção uma matéria sobre os goleiros do Internacional. Fiquei impressionado com a análise que coloca Abbondanzieri, Lauro, Renan e Muriel no mesmo patamar. Pelo que depreendi os quatro disputam a titularidade. Se isso é verdade, o melhor é escalar o Manga que está em Porto Alegre. Por favor! O Renan é mais goleiro que todos os outros três juntos. Pela ordem de importância, o Lauro é o segundo e o Muriel pode ocupar o terceiro lugar.
| 21 de junho de 2010 |
Amigo Darci,
Na condição de seu amigo pessoal e leitor assíduo de seu "Blog", tomo a liberdade de sugerir as seguintes correções na publicação de hoje:
POLÍTICA- o nome do Ministro do Planejamento é Paulo Bernardo e não Paulo Bernardes.
ESPORTE- O atleta Roger que interessa ao Grêmio F.B.P.A. pertence ou está no Guarani de Campinas e não na Ponte Preta.
Com as minhas desculpas pela intromissão, mas demonstrando a minha consideração e atenção às publicações do fraterno amigo,
um abraço
Renato
Valeu Renato! | 18 de junho de 2010 | Rodrigo, o Grêmio e a seleção
As melhores notícias de reforços para o Grêmio nos últimos tempos, foram os empréstimos do Joílson e do Bruno Colaço!!!
Quanto à Seleção, não dá pra agüentar o mau humor do Dunga refletido até mesmo em suas roupas...parecia que estava de luto no jogo! Pelo salário que ganha e cargo que ocupa deveria ser proibido de ficar mal humorado. E, mais, deveria ser obrigado a vestir o uniforme da seleção ou trajes oficiais
previamente estabelecidos pela CBF (até o Gardelinho e sua comissão utilizam
traje oficial).
Para finalizar, o gol tomado pelo Brasil se deu porque o Lúcio cansou...teve que voltar do ataque umas “duzentas” vezes e quando lançaram uma bola no lado dele, o atacante passou de viagem pela ”marcação”. Poderia ser o melhor zagueiro se se preocupasse mais em defender que atacar.
Abs.,
Rodrigo Kalil Ribeiro.
| 16 de junho de 2010 | Recado do Vilhena:
Traz pra nós o hexa, Dunga.
A imensa maioria dos meninos cuja infância aconteceu nos anos sessenta do século XX, tinha como grande brincadeira jogar bola. Na rua, no campinho baldio, no colégio, Não havia, então, escolinhas disso ou daquilo. Apenas o futebol expressava a alegria e vigor físico da molecada. E nós jogávamos. Jogávamos muito. Num prazer lúdico. Sem saber, naquele mundo infantil afirmava-se a cultura de um povo. Os jogadores eram nossos ídolos. Os clubes de futebol nosso clã. Qualquer estádio um templo. A seleção era o sonho dos meninos daquele tempo. Jogar na seleção da turma, da escola significava ser ótimo jogador de futebol. Um dia, jogar na seleção do Brasil, nossa, era como ser alçado ao escol dos heróis nacionais. Dinheiro, fama; bobagem. Nós queríamos ser heróis. Lendas inesquecíveis. Como dizia Nelson Rodrigues : a seleção era a pátria de chuteiras, vestindo sua camiseta, nossas habilidades com a pelota nos faria dignos do panteão dos heróis da pátria. É tão bom ser criança,né? Pois é, aquele mundo lúdico terminou. Não apenas para quem cresceu, ficou adulto. Não, terminou para esta sociedade hodierna. Acabou a fantasia. O futebol tornou-se um grande bussines . Negócio, onde alguns ganham muito dinheiro e muitos extravasam neuroses sociais. O escrete nacional é patrocinado por bancos, redes de TV, refrigerantes. Deprimente. E pior, querem nos fazer crer que torcer fanaticamente pela Canarinho é demonstração de patriotismo. A cosmopolitização consumista oferece ao individuo oprimido uma possibilidade de encontrar a sua Nação através do show montado pela FIFA. Bastante cientifico, heín. A multidão aceita a jogada , mas no fundo sente um vazio inexplicável. Ai é que surge a figura do Dunga. As pessoas, no profundo das suas almas, percebem que o Dunga ainda é o menino que resta em todos. A gente sabe que o Brasil não é uma mera seleção de futebol, instrumento de negócios escusos. Só nós e o Dunga sabemos o valor da pátria brasileira. Por isso, podemos criticá-lo, chamá-lo de treinador medíocre, dizer que a convocação dos atletas foi equivocada, que não há talentos no time,deste jeito será difícil a vitória. Porém, vamos torcer pelo grande valor que o Dunga apregoa: o orgulho da pátria brasileira. Viva o Brasil, volta hexa Canarinho.
José Vilhena
Meu abraço, Darci! | 15 de junho de 2010 |
Jabulani será a culpada
A discussão sobre a bola da Copa durou menos que o tempo imaginado. Começou o torneio e outros problemas fazem parte da ordem do dia. O que impressiona é a falta de qualidade das seleções, inclusive do Brasil. Com os jogadores que o Dunga convocou quem será o cara? Robinho? Pedalar não significa chamar o jogo para si e comandar o que deve acontecer em campo. Kaká? Sem as melhores condições físicas é um atleta comum. Lembrei! Elano. Pobre da Jabulani que - outra vez - será culpada. | 14 de junho de 2010 |
Enfim uma seleção
A Alemanha venceu a Austrália com autoridade. O placar de quatro a zero foi consolidado após a expulsão do australiano Cahill. Por jogada violenta, ele deixou o campo aos 10 minutos do segundo tempo. Mesmo no período em que as equipes estiveram completas, a Alemanha jogou com sincronia, eficiência e naturalidade. Foi visível a superioridade. Para mim o árbitro Marco Rodriguez, do México, deixou de marcar um toque dentro da área alemã. Mertesacker foi o autor da irregularidade. Até agora a Alemanha - com uma seleção jovem - realizou a melhor apresentação entre todas as seleções. Pelo futebol praticado, os alemães são candidatos ao título.
| 11 de junho de 2010 |
Pato novo com inveja
O conselheiro do Grêmio, Eduardo Antonini, ao lado de Paulo Odone foi quem mais trabalhou para a implantação e criação da Arena Tricolor. No processo eleitoral do clube, ele teve o seu nome vetado - pela oposição da época - para ocupar um cargo no Conselho de Administração da Arena. Antonini fez uma retirada estratégica e foi tocar a sua vida. Com a morte inesperada do secretário Ricardo de Freitas Lima, a governadora Yeda Crusius convocou Antonini para assumir o cargo de secretário Estadual da Copa. Agora os antigos desafetos precisarão beber pela mão do novo secretário. Tem “pato novo” que sempre desejou lugar de destaque, agora está definhando de inveja.
| 09 de junho de 2010 |
Em Belo Horizonte é diferente
Os mineiros são considerados desconfiados. Eles estão sempre com um pé atrás. O mineiro precisa de muitas demonstrações de amizade e respeito para ser conquistado. Isto não vale para o Wanderley Luxemburgo. Ele trabalhou muitos anos no Cruzeiro e agora está no Atlético Mineiro. No Galo, Luxemburgo faz para o Cruzeiro as mesmas provocações que fazia para o seu atual clube. A diferença é que ele está tendo muitas dificuldades para desenvolver um trabalho parecido com o que foi obtido na Raposa. Este é o estilo Luxemburgo de trabalhar. | 08 de junho de 2010 |
Proibido perder tempo
A dupla Grenal está proibida de perder tempo em 2010. Esta parada no Brasileiro precisa ser muito bem aproveitada. Faço a leitura de que o Grêmio se organiza melhor para o período. Inicia pela folga que é menor. Os gremistas estão liberados no período de 7 a 15 e os colorados de 7 a 17 de junho. O Grêmio tem cinco amistosos programados e o Internacional somente um. A pré-temporada colorada passa pela superstição. A delegação repete o ano vitorioso de 2006 e fica 10 dias no Costão do Santinho. Naquele, ano o Inter fez pré-temporada com treinador.
| 07 de junho de 2010 |
A coisa está russa
A dupla Grenal está em situação muito difícil no Brasileiro. As diferenças em pontos dos líderes Corinthians e Ceará sobre o Grêmio e o Internacional são de 9 e 10 pontos respectivamente. O Santos ocupante da quarta vaga que dá direito a Libertadores está 4 e 5 pontos à frente da dupla. Os dirigentes têm esperanças embora as dificuldades. Para o jogo contra o São Paulo, o Grêmio não pode contar com 14 atletas. Neste grupo estão os lesionados e os punidos. O Inter espera pelas condições legais de Renan e Tinga. Outros como D'Alessandro, Taison e Cleber pensam em sair. A coisa está russa.
| 04 de junho de 2010 |
O Grêmio precisa vencer
A vitória de 2 a 1 do Grêmio sobre o Atlético Mineiro foi perseguida do início ao fim do jogo. Sem vários titulares e sem alguns reservas imediatos, o resultado foi obtido pela aplicação. Hugo foi o nome do jogo ao marcar dois gols. O Grêmio sem Douglas obteve os melhores resultados no Brasileiro. Domingo será contra o São Paulo no Morumbi. Uma vitória dará a tranquilidade necessária para o trabalho da entre temporada. Uma derrota deixará o Grêmio em situação muito semelhante a do Internacional. O início do Brasileiro não está nada bom. | 02 de junho de 2010 |
Torcidas
Saiu uma nova pesquisa sobre o número de torcedores dos clubes. O Flamengo está em primeiro lugar com 17,2%. O Corinthians está com 13,4%. O São Paulo - de tantas conquistas nos últimos 20 anos - registra 8,7%. Na nossa disputa pampeana, o Grêmio está em sexto lugar com 4% e o Internacional em décimo com 2,5% de torcedores. Esta pesquisa ainda dará o que falar no Rio Grande do Sul. O Internacional anuncia que tem mais de cem mil sócios. Quem tem este quadro social não pode ocupar a décima colocação.
| 01 de junho de 2010 |
Jonas é o preferido
Encontrei com o conselheiro do Grêmio - Sérgio Bechelli – em minha caminhada diária. Ele, normalmente, é alegre, sempre em alto astral, mas ontem estava tomado pelo “capeta”. Sem dar bom dia, foi dizendo “o que eu faço com o Jonas?” Era a referência do gol perdido pelo atacante contra o Flamengo. Jonas é o “preferido” da torcida. O Víctor falhou decisivamente várias vezes este ano e não é cobrado. O Rochemback foi quem perdeu a bola no meio de campo para o Flamengo marcar o gol e nada é lembrado. O Silas escala e substitui com equívocos e está tudo bem. O Grêmio tem onze jogadores no departamento médico e as explicações não convencem. É o Jonas é definitivamente o “preferido”.
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